MANCHAS NA PELE: TRATAR, PREVENIR, DISFARÇAR

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À medida que os anos passam, o sol enche-nos de novos sinais e manchas escuras que já não se vão embora com o bronzeado. Às primeiras sardas na ponta do nariz e nos braços até achamos piada, mas quando crescem e começam a invadir as mãos e o decote, o caso muda de figura…e de nome: os especialistas chamam-lhes “lentigo solar” ou “manchas de senescência”. São um sintoma de envelhecimento da pele – um envelhecimento precoce, mais ligado ao abuso do sol do que propriamente à idade. Há quem comece a tê-las antes dos 40 anos.

Quando aparecem muito cedo, convém procurar outros fatores que possam estar a aumentar a sensibilidade da pele ao sol: alterações hormonais, toma de certos medicamentos (antibióticos, antidepressivos ou outros), contacto direto com perfumes, óleos essenciais ou outras substâncias fotossensibilizantes (o sumo de limão é um exemplo, e muitas manchas deixou em caras e pescoços aqui há uns anos, quando estava na moda a receita caseira de usá-lo para aclarar o cabelo, ao sol).
As manchas de origem hormonal, que só afetam as mulheres, são inconfundíveis: aparecem na testa, por cima do lábio superior ou nas faces e podem chegar a ser bastante extensas. É um fenómeno relacionado com a existência de recetores hormonais específicos na pele e pode ser desencadeado pela gravidez, pela menopausa, por contracetivos orais, por medicação ou qualquer variável que afete o sistema hormonal. Uma verdadeira praga, difícil de controlar enquanto se mantiver o fator que as originou, mas que desaparece quando o equilíbrio hormonal é retomado.

A exposição ao sol de uma zona inflamada ou sensibilizada (por acne ou cicatrizes recentes, por exemplo), também pode originar o escurecimento da pele.

Tratamentos corretores
Os tratamentos cosméticos funcionam, mas conte com várias semanas, ou mesmo meses, de “luta”. As opções vão desde os produtos concentrados para aplicar nas pequenas manchas localizadas às gamas completas que incluem cremes de dia e de noite, desmaquilhantes, máscaras e até bases de maquilhagem, para uma ação mais extensa. Ainda que o objetivo destes produtos seja aclarar as manchas, não há que ter medo de ficar com a pele mais clara, no seu todo, porque não se trata de impedir a pigmentação, mas de regularizá-la. Deixam a pele mais “limpa” e com um tom mais uniforme, mas algumas manchas poderão resistir.

Algumas manchas mais profundas ou antigas exigem a intervenção do dermatologista, com fórmulas despigmentantes concentradas ou com uma intervenção de resurfacing cutâneo (laser, peeling químico ou dermabrasão).
O protetor solar é um elemento fundamental para prevenir a formação de manchas novas na pele e também para não permitir que as já tratadas voltem – sim, porque este é um risco sempre presente, mesmo depois de um tratamento médico! Quem tem tendência para excesso de pigmentação, deve usar cremes com filtro solar na cara e nas mãos, todos os dias, mesmo no inverno.

Texto Vera Saldanha

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